terça-feira, 12 de janeiro de 2010

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Pois é, lembrei-me! Em vez de colocar músicas aleatoriamente como fiz até agora lembrei-me de colocar uma por dia e depois no fim do ano fazer uma retrospectiva. As músicas colocadas não terão que ir de encontro ao meu estado de espírito nesse dia, embora possa acontecer... Quero mais colocar uma música de vá de encontro ao meu estado musical, que sofre variações bastante acentuadas, o que eu até acho positivo. A questão agora será saber se consigo cumprir com isto até ao fim do ano, mas acho que sim!

domingo, 10 de janeiro de 2010



terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Fiquei magoado, não por me teres mentido, mas por não poder voltar a acreditar-te.
Friedrich Nietzsche
A difícil arte de vender sutilezas
Há um componente no trabalho da comunicação empresarial que não pode ser pesado, medido ou apalpado - só percebido. É a sutileza. Sem dúvida, a maior força da comunicação. Com ela se pode quase tudo. O profissional experiente, quando constrói uma linha de comunicação para uma empresa, sabe dosar esse tempero. Aqueles que recebem uma mensagem bem elaborada podem até não percebê-la de imediato, só sentir os seus efeitos e executar as suas “ordens”. É assim que mandam os bons comandantes - por meio da sugestão.

Existe uma diferença entre as mensagens diretas, varejistas e óbvias que são percebidas de imediato e aquelas que serão absorvidas aos poucos ao longo do tempo. Estas últimas, quando bem construídas, calam fundo nos corações e mentes. Há mais precisão nas coisas vagas do que imaginamos. A maestria do comunicador vai aparecer nos detalhes sutis da organização deste trabalho: dizer sem dizer, fazer sem fazer, conduzir sem conduzir e mudar sem mudar.

Como me tornei estúpido - M.P.


Filho de pai birmanês e mãe bretã, dono de um currículo universitário labiríntico, Antoine recusa-se a deixar-se engolir por uma sociedade em que até mesmo as pesquisas de opinião não admitem opiniões. Decide, então, encontrar o caminho da nulificação pela idiotice. Essa empreitada rumo à cretinice, que consiste em se empenhar na transformação em um ninguém, não é para qualquer um... Deste percurso do Ser ao Nada, completamente surpreendente e absurdo, Martin Page fez um romance coberto de razões e que revela um escritor que domina seu estilo tão bem quanto seu humor fino e sutil.