quinta-feira, 1 de outubro de 2009

“e conhecereis a verdade e a verdade vos tornará livres”. (João, 8-32)“
Em verdade, em verdade, vos digo: todo aquele que comete o pecado é escravo do pecado”. (João, 8-34)
Hoje compreendo que estas mensagens da bíblia sempre foram solicitadas no caminho em busca da felicidade.É difícil construir algo bom e que nos faça bem com mentiras. Ninguém agüenta durante muito tempo viver um personagem.
Um dia a máscara cai e daí, sobra frustração pelo não realizado de significativo e verdadeiro.Quantas vezes você quis se abrir, falar o que pensa e sente, mas teve receio de ser recriminado? Ou como na expressão mais atualizada: levar bronca, mesmo!
Quantas vezes para conservar um amor deixamos de ser quem somos? Incorporamos uma personalidade idealizada para sermos aceitos com maior facilidade? Quantas vezes fazemos coisas que nos machucam para evitar dizer: NÃO QUERO! NÃO GOSTO! NÃO VOU! NÃO SEI!?E o tal “Eu sou o que sou!” será que realmente vivenciamos essa expressão tão sugerida em nosso dia a dia?
Em uma manhã, após refletir sobre “Ser o que sou!” a ficha caiu! Espera aí! Meu Deus! Só isso? Parece simples, mas não é! Quem pensa que é fácil aceitar a si mesmo está enganado! E as idealizações pessoais? E a mania que temos de fazer comparações? E mais! E a mídia e as cobranças do meio social/familiar? E o mais difícil: a auto-aceitação!Crescemos vendo as pessoas fazendo pressão para mudarmos e aprendemos a fazer o mesmo! Perdemos muito do que somos aos poucos. Doses lentas e transformadoras em nosso ser.Costumamos dizer que aceitamos as pessoas e nos pegamos querendo mudar o comportamento e o pensamento do outro. Ou mesmo, damos um giro brusco para nos encaixar em uma situação que nos pegou de surpresa. Desejamos aceitação e acabamos reformatando o que já estava pronto!Resistimos a mudanças repentinas do outro, pois esquecemos que a ampliação da visão e objetivos pode acontecer de ambos os lados e transformar tudo. E quando ficamos julgando se um comportamento foi certo ou errado? Onde fica a tal de aceitação das coisas e pessoas como elas são? E o respeito pelas diferenças de ponto de vista, atitudes e idéias?Não somos obrigados a concordar com tudo e todos, mas podemos deixar que cada um pense e viva a vida como achar melhor! Desde que não prejudique o direito alheio, é claro!Ficamos bravos, magoados e nos sentimos desvalorizados quando não recebemos apoio e compreensão na hora e do jeito que esperávamos.
Queremos ser tratados do nosso jeito, senão, “NADA FEITO!”, “Não preciso de você!”,”Vai procurar sua turma!” diriam outros.Será que perdemos momentos maravilhosos por não aceitarmos a forma de ser e agir do outro? Duvidamos do amor quando ele vem de um jeito estranho, da maneira do outro de amar! A personalidade e as emoções envolvidas interagem no exato momento da demonstração e recebimento de um carinho. O ser se conhece no encontro com o outro ser.

Windows 7 terá "modo XP"


São Paulo, 01 de outubro de 2009 - A Microsoft anunciou nesta quinta-feira que terminou o trabalho de desenvolvimento de um "modo XP" para o Windows 7. Post em um blog da Cnet afirma ainda que a ferramenta estará disponível a partir de 22 de outubro - mesmo dia do lançamento do novo sistema operacional.
Com a versão virtualizada do Windows XP, os usuários do Windows 7 conseguirão rodar, por exemplo, aplicativos que não sejam compatíveis com a nova versão do sistema operacional, simplificando o processo de transição entre SOs, especialmente para o mercado corporativo.
A versão virtualizada do Windows XP estará disponível para download para os usuários do Windows 7 nas versões Professional, Enterprise e Ultimate, e devem ter um computador com capacidade de virtualização em nível de hardware.-->

segunda-feira, 21 de setembro de 2009


Você já se viu desesperado tentando “forçar a barra” para que um desejo fosse realizado?

Dá um medo de não fazer nada e deixar que a vida se encarregue de realizar!

Dá um medo de descobrir que a coisa não aconteceu por nossa causa, pela falta de atitude!

Mas, e se tudo que é preciso para “acontecer” for uma forcinha da nossa parte? E se o tal destino existe mesmo e cuidará da realização?

E se, e se... Não é fácil ficar nesta dúvida tendo muitos sonhos maravilhosos prontos para trazer a realidade!

Com tantos projetos em andamento, de repente, pode acontecer de vir à tona lembranças de oportunidades que perdemos no passado e outras que aceitamos logo que apareceram! Neste momento algumas dúvidas invadem o nosso ser!

Por que será que quando o otimismo está nos levando ao sonho da realização deixamos certos pensamentos invadirem o território fértil da mente?

É importante lembrar que passamos por erros e acertos ao longo da vida. Que ganhamos muitas vezes pela precipitação certeira (sorte ou “feeling”) e outras vezes que perdemos exatamente por precipitação irresponsável.

A vida é realmente um jogo ou será que existem algumas cartas marcadas pelo destino?

Será que o destino, se é que existe, é alterado por nossas escolhas?

Ficar ou sair, encarar ou desistir? Dúvidas?!

A dúvida é um sinal de conflito. É a falta de conhecimento do assunto, de si mesmo e de fé!

Fé?

Sim. Falta de fé! Fé são as crenças religiosas, doutrinas e também “confiança”!

Confiança?

Sim. Confiança nas próprias capacidades! Aí é que “o bicho pega”! Todos nós, mesmo após infinitas experiências, sentimos em algum momento certa insegurança. Não temos plena confiança que saberemos escolher o certo e também não queremos entregar o processo nas mãos de alguém ou do “destino”!

Hoje, depois de tantas experiências ainda duvidamos se o melhor é investigar tudo que envolve o assunto ou devemos fazer o que é possível no momento e deixamos para a vida alguns retoques.

Não se assuste se, mesmo depois de resolver entregar ao cargo da vida certas questões, você vir com aquela ladainha de “...e se nada acontecer?”, “...vou ficar parado esperando?”, “...se pelo menos fizer algo valerá a tentativa!”,“...e se perder?”.

Não, não dá para esperar!

Espera! Há momentos que correr atrás só cansa! Dê um tempo! Você pode esperar pelo menos que as coisas se definam melhor! Você acha que a vida fica parada? Nada disso! Ela está o tempo todo agindo! A escolha de uma pessoa traz resultados que afetam em cadeia todas as outras! E como há vários interesses no jogo da vida, as coisas vão se encaminhando sem que percebamos aonde a vida quer chegar! Ela sempre escolhe o melhor! O melhor em termos universais.

Se a vida ocupa-se com todos, como saberemos que dará uma “mãozinha” ao nosso dilema de “agora”?

Faça aquilo que acredita e seja sincero ao escolher um caminho. Tente chegar lá! Faço tudo que estiver ao seu alcance. Se a vida barrar é porque não era para você! Quando a vida quer, coloca em suas mãos! Você pega se quiser também!

Coragem. Não tenha medo de esperar... a vida é onipotente e onipresente, sempre!

sábado, 19 de setembro de 2009

A escravidão, também conhecida como escravismo ou escravatura, foi a forma de relação social de produção adotada, de uma forma geral, no Brasil desde o período colonial até o final do Império.

Antes da chegada dos portugueses a escravatura já era largamente praticada no
Brasil. Entre as tribos indígenas, a escravatura era infligida aos prisioneiros capturados nas guerras tribais. Esta não era a única forma de se obter escravos, os índios reduziam também à escravatura os fugitivos de outras tribos a quem davam refugio

Consta que os escravos eram submetidos a trabalhos para os senhores, sem remuneração e apenas contavam com uma cabana nos arredores onde dormiam e com refeições, ainda submetidos a torturas quando não rendiam o necessario na produção.

A escravidão só foi oficialmente abolida no Brasil com a assinatura da
Lei Áurea, em 13 de maio de 1888. No entanto, o trabalho compulsório e o tráfico de pessoas permanecem existindo no Brasil atual, a chamada escravidão moderna, que difere substancialmente da anterior.

Hoje os tempos são outros, temos uma forte proteção na clt, com direitos basicos assegurados, uma economia capitalista onde a possibilidade de ascensão economica e assegurada a todos.

Agora se olharmos com mais atenção podemos ter uma visão mais apurada e distinta do que esta previsto em documentos e do que realmente acontece.

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Sócio-Econômicos (Dieese) estimou que em agosto o valor do salário mínimo deveria ser de R$ 2.005,07, ou seja, 4,31 vezes o mínimo vigente, de R$ 465,00.
quem gosta de esportes radicais e de alto risco, recomendo parapentes a sensação de voar é otima ou outra também de grande emoção viver no Brasil com um salario minimo e passar o mês inteiro, esporte esse recomendo somente para quem tem extrema determinação e acredita em superar limites, mesmo parecendo impossiveis.
Claro hoje em dia sabemos que já não existem castigos e torturas pelos trabalhos executados, nem tão pouco dão cabanas precárias para morar, pagam um salário de R$ 465,00 valor qual em um mundo totalmente capitalista, que mesmo pra sair de carro ou transporte publico gira em torno de dinheiro, faz pensar e claramente ver que há impossibilidade total de manter despesas básicas, quanto mais viver.
Henrique.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Incentivo a educação

Outro dia passava por uma rua qualquer em minha cidade, quando observei que certa quantidade de pessoas estava em frente alguma loja parecendo ansiosas, parei como tinha tempo e fui ver o que se tratava, logo fiquei sabendo que era uma vaga de emprego com carteira assinada e demais direitos trabalhistas, salário em torno de 500 reais, sendo que não exigia nível de escolaridade, visto ser função em deposito.

Achei um contraste interessante com o CIEE\Centro de Integração Empresa-Escola , aqui no RS eles oferecem vagas a estudantes universitários na área da educação para trabalhar em escolas infantis, creches e demais seguimentos da área. Na proposta ofertada é sem carteira assinada, sem qualquer direito trabalhista a titulo de auxilio na faculdade, valor que gira em torno de R$ 300,00
segundo eles é o maior objetivo do CIEE, nestes 45 anos de existência é encontrar, para os estudantes de nível médio, técnico e superior uma oportunidade de estágio que os auxiliem a colocar em prática tudo o que aprenderam na teoria.

Como os candidatos desempenham funções iguais aos demais funcionários e concursados não possuem qualquer vinculo social, sem direito trabalhistas e ainda ganham menos que uma pessoa que esta sem mesmo o ensino fundamental.

Acho que isso seria uma forma de desvalorizar o futuro profissional e deveria ser revisto a forma como é conduzida os tais estágios pois pela regulamentação da LEI N.º 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008, existem uma carga horaria definida as quais não são cumpridas na praticae m grande maioria das empresas, pois para empresa que contrata é interessante ter mão de obra barata, e abaixo do piso mínimo que seria o salário mínimo vigente, o qual esta longe de suprir necessidades básicas de qualquer pessoa, quanto mais de um universitário.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Unasul sem consenso: Colômbia se nega a detalhar acordo com EUA


Mesmo isolada, a Colômbia impediu a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) de chegar a um acordo geral de transparência sobre a cooperação militar de seus 12 sócios com países de fora da região. Após nove horas de discussões entre ministros de Defesa e chanceleres dos países da Unasul, a Colômbia negou-se a apresentar seu acordo com os Estados Unidos e resistia a conceder uma "garantia formal" de que tal pacto não resultará em agressões militares nos territórios vizinhos.
O encontro foi encerrado sem a conclusão de um documento para a construção de uma relação de confiança e com um grave impasse instalado na região.

A intransigência de Bogotá refletiu-se também em outro ponto: a notificação à Unasul de todos os acordos de cooperação nas áreas de defesa e de segurança. A delegação colombiana exigiu a inclusão de uma cláusula que previa a anuência dos países com quem os sul-americanos fizessem acordos. No atual caso, dos EUA.

"Essa cláusula era inaceitável", resumiu o chanceler brasileiro, Celso Amorim. "Esses dois pontos espelham a resistência da Colômbia a ter uma posição totalmente aberta e transparente com a região."

A apresentação do documento do acordo e o acesso de membros do Conselho de Defesa às bases colombianas que serão usadas pelos Estados Unidos foi um pedido dos presidentes da Unasul durante a Cúpula realizada no mês passado em Bariloche, na Argentina. "Se vocês estão dizendo que nos dão as garantias, por que não as escrevem?", questionou o chanceler brasileiro Celso Amorim durante o debate com os demais chanceleres.

O chanceler colombiano, Jaime Bermúdez, insistiu à imprensa que a o acordo de seu país com os EUA não foi tratado com o mesmo peso, na reunião, dos contratos de compras de armas - uma referência explícita aos que a Venezuela fechou com a Rússia e aos que o Brasil discutiu com a França.

Confrontado com a insistência do Brasil e da Venezuela para que Bogotá enviasse cópias de seu acordo aos países da região, o ministro colombiano da Defesa, Gabriel Silva, declarou que essa medida será tomada somente depois de o texto ser assinado.

Venezuela

O ministro de Defesa e vice-presidente venezuelano, Ramón Carrizález, declarou que a recusa de Bogotá em mostrar o acordo que será firmado com os Estados Unidos "causa preocupação".

"Não vimos nem letras grandes nem letras pequenas, e isso naturalmente gera preocupação sobre as verdadeiras cláusulas desse acordo", disse Carrizalez. "A Colômbia se nega a entregar a informação que daria uma linha de transparência e depois da transparência é que se podem gerar mecanismos de confiança."

Carrizáles afirmou ainda que seu governo está disposto a revelar aos demais países da região detalhes do acordo recém-firmado com a Rússia. "Não temos nenhum impedimento em mostrar à Unasul todos os detalhes, porque a confiança começa pela transparência", afirmou.

Em entrevista coletiva depois da reunião, o chanceler venezuelano, Nicolas Maduro, afirmou que "a Venezuela está se equipando para garantir a paz e para defender nosso petróleo, nosso gás", e que seu país tem a obrigação constitucional de se proteger.

Uma declaração da secretária americana de Estado, Hillary Clinton, que pediu que a Venezuela seja transparente em suas compras de armas, acirrou ainda mais os ânimos na capital equatoriana. Clinton disse que "é preciso adotar regras e mecanismos para garantir que as armas compradas não sejam desviadas para grupos rebeldes e organizações ilegais, como traficantes de drogas e outros grupos criminosos".

O chanceler venezuelano, Nicolás Maduro, reagiu afirmando que às declarações de Clinton "não tem base moral ou política", e que são precisamente os Estados Unidos que estão anunciando sete bases militares na América do Sul, em referência ao acordo entre Bogotá e Washington.

Já o chanceler boliviano, David Choquehuanca, acusou a Colômbia de assumir uma posição intransigente em Quito, sem esclarecer seu convênio com os Estados Unidos sobre as bases militares. "É lamentável que a Colômbia não queira oferecer garantias plenas e formais para a instalação das bases militares (...). Estamos em uma situação séria, em uma situação difícil...".

Segundo Choquehuanca, os outros onze países membros da Unasul chegaram a um acordo, enquanto a Colômbia "ficou isolada em alguns temas".

Isolamento

Além dos dois pontos centrais do acordo, a Colômbia rejeitou ainda a proposta da Venezuela de monitoramento da Unasul nas sete bases colombianas que receberão soldados e equipamentos americanos até 2019. Bermúdez e Gabriel Silva mostraram-se igualmente inflexíveis com relação à proposta, de autoria de Caracas, de que a Unasul assuma a condução do processo de paz na Colômbia.

O isolamento colombiano tornou-se evidente na constatação de Amorim de que o placar da reunião foi de "11 a 1". A Colômbia, nesses dois tópicos, não conseguiu nem mesmo o apoio de países menos refratários a seu acordo com os EUA, como Peru e Chile.

A saída diplomática ao impasse instalado estará em um eventual sucesso de consultas que serão realizadas pelo chanceler equatoriano, Fander Falconí. Uma das alternativas em estudo é a realização de um encontro de ministros em Nova York, à margem da abertura da Assembleia-geral das Nações Unidas, nos próximos dias 23 e 25.

Embora todas as 12 delegações tenham assinalado seu compromisso com o processo de integração da Unasul, a ausência de um acordo tende a engrossar o conflito entre os países andinos. A permanência das dúvidas e inseguranças sobre o acordo Colômbia-EUA tende a impulsionar ainda mais as medidas preventivas que países como a Venezuela vêm tomando.

Temendo uma investida militar norte-americana no continente, algumas nações vêm reforçando seu esquema de defesa, atitude classificada por alguns analistas como uma "corrida armamentista", mas que nada mais é do que uma forma de proteger o território e as riquezas de países vulneráveis ante o potencial bélico estadunidense.

Diplomatas venezuelanos defendiam, ao final do encontro, uma alteração no estatuto da Unasul pelos presidentes dos 12 países, de forma a permitir que as decisões sejam tomadas por maioria, e não mais por consenso.

Meia integração?

Apesar do sentimento geral de fracasso, o Equador – que ocupa a presidência da Unasul – destacou avanços de 70% na análise do documento proposto sobre medidas de confiança. "Na concretização destas medidas de confiança, existem dificuldades", admitiu o chanceler equatoriano, Falder Falconí.

Falconí disse que a Unasul, por enquanto, não se propôs convidar ao governo de Washington a uma reunião com a América do Sul, embora não descartou "em algum momento" fazê-lo para "aprofundar" nos detalhes do pacto com a Colômbia.

Segundo ele, a América do Sul deve seguir na briga para criar seus instrumentos de integração, que em matéria de Defesa e Segurança, se sustenta sobre as bases de mecanismos de confiança comunitários.


sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Viver em sociedade é um desafio porque às vezes ficamos presos a determinadas normas que nos obrigam a seguir regras limitadoras do nosso ser ou do nosso não-ser...
Quero dizer com isso que nós temos, no mínimo, duas personalidades: a objetiva, que todos ao nosso redor conhece; e a subjetiva... Em alguns momentos, esta se mostra tão misteriosa que se perguntarmos
- Quem somos? Não saberemos dizer ao certo!!!Agora de uma coisa eu tenho certeza: sempre devemos ser autênticos, as pessoas precisam nos aceitar pelo que somos e não pelo que parecemos ser...
Aqui reside o eterno conflito da aparência x essência. E você...
O que pensa disso? Que desafio, hein?"...
Nunca sofra por não ser uma coisa ou por sê-la..."
(Perto do Coração Selvagem - p.55)Clarice Lispector