sábado, 19 de setembro de 2009

A escravidão, também conhecida como escravismo ou escravatura, foi a forma de relação social de produção adotada, de uma forma geral, no Brasil desde o período colonial até o final do Império.

Antes da chegada dos portugueses a escravatura já era largamente praticada no
Brasil. Entre as tribos indígenas, a escravatura era infligida aos prisioneiros capturados nas guerras tribais. Esta não era a única forma de se obter escravos, os índios reduziam também à escravatura os fugitivos de outras tribos a quem davam refugio

Consta que os escravos eram submetidos a trabalhos para os senhores, sem remuneração e apenas contavam com uma cabana nos arredores onde dormiam e com refeições, ainda submetidos a torturas quando não rendiam o necessario na produção.

A escravidão só foi oficialmente abolida no Brasil com a assinatura da
Lei Áurea, em 13 de maio de 1888. No entanto, o trabalho compulsório e o tráfico de pessoas permanecem existindo no Brasil atual, a chamada escravidão moderna, que difere substancialmente da anterior.

Hoje os tempos são outros, temos uma forte proteção na clt, com direitos basicos assegurados, uma economia capitalista onde a possibilidade de ascensão economica e assegurada a todos.

Agora se olharmos com mais atenção podemos ter uma visão mais apurada e distinta do que esta previsto em documentos e do que realmente acontece.

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Sócio-Econômicos (Dieese) estimou que em agosto o valor do salário mínimo deveria ser de R$ 2.005,07, ou seja, 4,31 vezes o mínimo vigente, de R$ 465,00.
quem gosta de esportes radicais e de alto risco, recomendo parapentes a sensação de voar é otima ou outra também de grande emoção viver no Brasil com um salario minimo e passar o mês inteiro, esporte esse recomendo somente para quem tem extrema determinação e acredita em superar limites, mesmo parecendo impossiveis.
Claro hoje em dia sabemos que já não existem castigos e torturas pelos trabalhos executados, nem tão pouco dão cabanas precárias para morar, pagam um salário de R$ 465,00 valor qual em um mundo totalmente capitalista, que mesmo pra sair de carro ou transporte publico gira em torno de dinheiro, faz pensar e claramente ver que há impossibilidade total de manter despesas básicas, quanto mais viver.
Henrique.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Incentivo a educação

Outro dia passava por uma rua qualquer em minha cidade, quando observei que certa quantidade de pessoas estava em frente alguma loja parecendo ansiosas, parei como tinha tempo e fui ver o que se tratava, logo fiquei sabendo que era uma vaga de emprego com carteira assinada e demais direitos trabalhistas, salário em torno de 500 reais, sendo que não exigia nível de escolaridade, visto ser função em deposito.

Achei um contraste interessante com o CIEE\Centro de Integração Empresa-Escola , aqui no RS eles oferecem vagas a estudantes universitários na área da educação para trabalhar em escolas infantis, creches e demais seguimentos da área. Na proposta ofertada é sem carteira assinada, sem qualquer direito trabalhista a titulo de auxilio na faculdade, valor que gira em torno de R$ 300,00
segundo eles é o maior objetivo do CIEE, nestes 45 anos de existência é encontrar, para os estudantes de nível médio, técnico e superior uma oportunidade de estágio que os auxiliem a colocar em prática tudo o que aprenderam na teoria.

Como os candidatos desempenham funções iguais aos demais funcionários e concursados não possuem qualquer vinculo social, sem direito trabalhistas e ainda ganham menos que uma pessoa que esta sem mesmo o ensino fundamental.

Acho que isso seria uma forma de desvalorizar o futuro profissional e deveria ser revisto a forma como é conduzida os tais estágios pois pela regulamentação da LEI N.º 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008, existem uma carga horaria definida as quais não são cumpridas na praticae m grande maioria das empresas, pois para empresa que contrata é interessante ter mão de obra barata, e abaixo do piso mínimo que seria o salário mínimo vigente, o qual esta longe de suprir necessidades básicas de qualquer pessoa, quanto mais de um universitário.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Unasul sem consenso: Colômbia se nega a detalhar acordo com EUA


Mesmo isolada, a Colômbia impediu a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) de chegar a um acordo geral de transparência sobre a cooperação militar de seus 12 sócios com países de fora da região. Após nove horas de discussões entre ministros de Defesa e chanceleres dos países da Unasul, a Colômbia negou-se a apresentar seu acordo com os Estados Unidos e resistia a conceder uma "garantia formal" de que tal pacto não resultará em agressões militares nos territórios vizinhos.
O encontro foi encerrado sem a conclusão de um documento para a construção de uma relação de confiança e com um grave impasse instalado na região.

A intransigência de Bogotá refletiu-se também em outro ponto: a notificação à Unasul de todos os acordos de cooperação nas áreas de defesa e de segurança. A delegação colombiana exigiu a inclusão de uma cláusula que previa a anuência dos países com quem os sul-americanos fizessem acordos. No atual caso, dos EUA.

"Essa cláusula era inaceitável", resumiu o chanceler brasileiro, Celso Amorim. "Esses dois pontos espelham a resistência da Colômbia a ter uma posição totalmente aberta e transparente com a região."

A apresentação do documento do acordo e o acesso de membros do Conselho de Defesa às bases colombianas que serão usadas pelos Estados Unidos foi um pedido dos presidentes da Unasul durante a Cúpula realizada no mês passado em Bariloche, na Argentina. "Se vocês estão dizendo que nos dão as garantias, por que não as escrevem?", questionou o chanceler brasileiro Celso Amorim durante o debate com os demais chanceleres.

O chanceler colombiano, Jaime Bermúdez, insistiu à imprensa que a o acordo de seu país com os EUA não foi tratado com o mesmo peso, na reunião, dos contratos de compras de armas - uma referência explícita aos que a Venezuela fechou com a Rússia e aos que o Brasil discutiu com a França.

Confrontado com a insistência do Brasil e da Venezuela para que Bogotá enviasse cópias de seu acordo aos países da região, o ministro colombiano da Defesa, Gabriel Silva, declarou que essa medida será tomada somente depois de o texto ser assinado.

Venezuela

O ministro de Defesa e vice-presidente venezuelano, Ramón Carrizález, declarou que a recusa de Bogotá em mostrar o acordo que será firmado com os Estados Unidos "causa preocupação".

"Não vimos nem letras grandes nem letras pequenas, e isso naturalmente gera preocupação sobre as verdadeiras cláusulas desse acordo", disse Carrizalez. "A Colômbia se nega a entregar a informação que daria uma linha de transparência e depois da transparência é que se podem gerar mecanismos de confiança."

Carrizáles afirmou ainda que seu governo está disposto a revelar aos demais países da região detalhes do acordo recém-firmado com a Rússia. "Não temos nenhum impedimento em mostrar à Unasul todos os detalhes, porque a confiança começa pela transparência", afirmou.

Em entrevista coletiva depois da reunião, o chanceler venezuelano, Nicolas Maduro, afirmou que "a Venezuela está se equipando para garantir a paz e para defender nosso petróleo, nosso gás", e que seu país tem a obrigação constitucional de se proteger.

Uma declaração da secretária americana de Estado, Hillary Clinton, que pediu que a Venezuela seja transparente em suas compras de armas, acirrou ainda mais os ânimos na capital equatoriana. Clinton disse que "é preciso adotar regras e mecanismos para garantir que as armas compradas não sejam desviadas para grupos rebeldes e organizações ilegais, como traficantes de drogas e outros grupos criminosos".

O chanceler venezuelano, Nicolás Maduro, reagiu afirmando que às declarações de Clinton "não tem base moral ou política", e que são precisamente os Estados Unidos que estão anunciando sete bases militares na América do Sul, em referência ao acordo entre Bogotá e Washington.

Já o chanceler boliviano, David Choquehuanca, acusou a Colômbia de assumir uma posição intransigente em Quito, sem esclarecer seu convênio com os Estados Unidos sobre as bases militares. "É lamentável que a Colômbia não queira oferecer garantias plenas e formais para a instalação das bases militares (...). Estamos em uma situação séria, em uma situação difícil...".

Segundo Choquehuanca, os outros onze países membros da Unasul chegaram a um acordo, enquanto a Colômbia "ficou isolada em alguns temas".

Isolamento

Além dos dois pontos centrais do acordo, a Colômbia rejeitou ainda a proposta da Venezuela de monitoramento da Unasul nas sete bases colombianas que receberão soldados e equipamentos americanos até 2019. Bermúdez e Gabriel Silva mostraram-se igualmente inflexíveis com relação à proposta, de autoria de Caracas, de que a Unasul assuma a condução do processo de paz na Colômbia.

O isolamento colombiano tornou-se evidente na constatação de Amorim de que o placar da reunião foi de "11 a 1". A Colômbia, nesses dois tópicos, não conseguiu nem mesmo o apoio de países menos refratários a seu acordo com os EUA, como Peru e Chile.

A saída diplomática ao impasse instalado estará em um eventual sucesso de consultas que serão realizadas pelo chanceler equatoriano, Fander Falconí. Uma das alternativas em estudo é a realização de um encontro de ministros em Nova York, à margem da abertura da Assembleia-geral das Nações Unidas, nos próximos dias 23 e 25.

Embora todas as 12 delegações tenham assinalado seu compromisso com o processo de integração da Unasul, a ausência de um acordo tende a engrossar o conflito entre os países andinos. A permanência das dúvidas e inseguranças sobre o acordo Colômbia-EUA tende a impulsionar ainda mais as medidas preventivas que países como a Venezuela vêm tomando.

Temendo uma investida militar norte-americana no continente, algumas nações vêm reforçando seu esquema de defesa, atitude classificada por alguns analistas como uma "corrida armamentista", mas que nada mais é do que uma forma de proteger o território e as riquezas de países vulneráveis ante o potencial bélico estadunidense.

Diplomatas venezuelanos defendiam, ao final do encontro, uma alteração no estatuto da Unasul pelos presidentes dos 12 países, de forma a permitir que as decisões sejam tomadas por maioria, e não mais por consenso.

Meia integração?

Apesar do sentimento geral de fracasso, o Equador – que ocupa a presidência da Unasul – destacou avanços de 70% na análise do documento proposto sobre medidas de confiança. "Na concretização destas medidas de confiança, existem dificuldades", admitiu o chanceler equatoriano, Falder Falconí.

Falconí disse que a Unasul, por enquanto, não se propôs convidar ao governo de Washington a uma reunião com a América do Sul, embora não descartou "em algum momento" fazê-lo para "aprofundar" nos detalhes do pacto com a Colômbia.

Segundo ele, a América do Sul deve seguir na briga para criar seus instrumentos de integração, que em matéria de Defesa e Segurança, se sustenta sobre as bases de mecanismos de confiança comunitários.


sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Viver em sociedade é um desafio porque às vezes ficamos presos a determinadas normas que nos obrigam a seguir regras limitadoras do nosso ser ou do nosso não-ser...
Quero dizer com isso que nós temos, no mínimo, duas personalidades: a objetiva, que todos ao nosso redor conhece; e a subjetiva... Em alguns momentos, esta se mostra tão misteriosa que se perguntarmos
- Quem somos? Não saberemos dizer ao certo!!!Agora de uma coisa eu tenho certeza: sempre devemos ser autênticos, as pessoas precisam nos aceitar pelo que somos e não pelo que parecemos ser...
Aqui reside o eterno conflito da aparência x essência. E você...
O que pensa disso? Que desafio, hein?"...
Nunca sofra por não ser uma coisa ou por sê-la..."
(Perto do Coração Selvagem - p.55)Clarice Lispector

terça-feira, 8 de setembro de 2009


Internet é uma rede de comunicação aberta e livre. Nela, podemos criar conteúdos, formatos e tecnologias sem a necessidade de autorização de nenhum governo ou corporação. A Internet democratizou o acesso a informação e tem assegurado práticas colaborativas extremamente importantes para a diversidade cultural.


A Internet é a maior expressão da era da informação.A Internet reduziu as barreiras de entrada para se comunicar, para se disseminar mensagens. E isto incomoda grandes grupos econômicos e de intermediários da cultura. Por isso, se juntam para retirar da Internet as possibilidades de livre criação e de compartilhamento de bens culturais de de conhecimento.


Um projeto de lei do governo conservador de Sarkozy tentou bloquear as redes P2P na França e tornar suspeitos de prática criminosa todos os seus usuários. O projeto foi derrotado.No Brasil, um projeto substitutivo sobre crimes na Internet aprovado e defendido pelo Senador Azeredo está para ser votado na Câmara de Deputados.


Seu objetivo é criminalizar práticas cotidianas na Internet, tornar suspeitas as redes P2P, impedir a existência de redes abertas, reforçar o DRM que impedirá o livre uso de aparelhos digitais. Entre outros absurdos, o projeto quer transformar os provedores de acesso em uma espécie de polícia privada. O projeto coloca em risco a privacidade dos internautas e,s e aprovado, elevará o já elavado custo de comunicação no Brasil.

domingo, 6 de setembro de 2009

Nem tudo é o que parece ser

Esse arcabouço legal/imoral que mantém o modelo político e econômico (mesmo diante de governos de centro esquerda) é secular. Não dá para discutirmos a situação do Brasil sem o contexto da política estadunidense na nossa América Latina. Assuntos que permeiam o STF, o Senado, as Câmaras, os governos de todos os países do sul, bem como este golpe de estado clássico em Honduras e as 7 bases militares na Colômbia - a Israel latina -, e ainda a ativação da quarta frota em águas e rios da nossa América são casos típicos de uma engenharia sacana com o objetivo de desestabilizar o afino geopolítico que esses países conseguiram alcançar nos últimos tempos, se isolando dos EUA e de sua moeda lastro. Sucessivos escândalos surgiram e vão surgir, e, em especial no Brasil com o objetivo de desestabilizar o Lula no segundo mandato para que não consiga eleger um sucessor em 2010, visto nosso país ser o mais importante da América do Sul. Estratégia, companheiros...

Bom, o José Sarney está sugando da política há 150 anos e somente agora a rede globo, veja, isto é, folha de SP e afins se deram conta? Ora... em 1985 saímos às ruas pedindo outra eleição porque não aceitávamos àquele como presidente, após a morte de Tancredo, mas toda a elite e a mídia o defendeu e o porque estava colocado e claro: seu ministro de comunicação à época, ACM, negociou concessões de TV com Roberto Marinho a troco da garantia da presidência. Portanto não é de se estranhar que a oligarquia ACM domina os canais de TVs na BA enquanto a oligarquia Sarney lidera os do Maranhão e Amapá, sob o comando do império globo. Olha... sendo cínica mesmo, acho até uma ingratidão da rede globo fomentar as sujeiras de um cara que há décadas ajuda o império Roberto marinho. Na verdade, enquanto o senado, seu mecanismo e o próprio Sarney serviram a FHC por 8 anos, ninguém se incomodou, nem a mídia, nem a elite, nem os partidos de direita, porque também se beneficiavam do sistema. Atualmente porque PMDB fez aliança com o PT (não por ideologia mas porque o fazem independente do partido que estiver no poder), tentam a todo custo atingir o presidente Lula... O que está por trás desta babaquice toda são as eleições de 2010. E o PT tem sim que segurar a aliança com o PMDB e manter o senado, porque é deles a maioria das prefeituras do Brasil, para a garantia futura de um governo de centro esquerda. A saída de Sarney não trará idoneidade e nem mesmo ética ao senado, que desde sua criação é um antro de manipulações e safadezas. Ele, o maranhense,tem que ser responsabilizado pelos seus crimes, e que o MP se faça cumprir. Mas qualquer manobra coloca em risco grave o que já se conseguiu no âmbito social e é apenas isso que (me) interessa: manter o que foi feito e garantir um sucessor nas próximas eleições.

O que está se tentando no Brasil é um golpe baixo para anexar a imagem de Lula à ala podre do PMDB, ao oligarca Sarney, ao Collor, e a tantos outros, ao mesmo tempo em que tentam tirar da disputa a Dilma, com alegações de manipulações na receita e divulgação de pesquisa que mostram o zé serra liderando as intenções de voto, diga-se de passagem, realizada em São Paulo pela Databranda. É um jogo de várias frentes, com um interesse único: fazer a elite voltar à administração do país em 2010.

Toda essa movimentação: Lina e Dilma, Sarney e Senado, PT e PMDB, Vox Populi e Folha de São Paulo e economista e socialite como a Mirian porca (leitão) e Danuza leão dando sua opinião sacana, parcial, babaca e fútil num jornal de quinta, que sempre vendeu o brasil barato, nada mais são que manipuladores da massa, que de fora da politica e da movimentação social dão crédito aos que reverberam e se posicionam como os bastiões da moral.

Sou comunista e escolhi o PCdoB porque de todos os partidos, para mim é o mais sensato. Sofreu perseguições, não esqueceu seu passado, reconheceu seus erros, superou-os, apresenta uma política própria para o Brasil, nos quadros têm representantes negros, intelectuais, gays, estudantes, sindicalistas, feministas, indígenas, sem terras, gente com a mesma origem que eu, que nunca se desviaram daquilo que aprenderam na luta do dia a dia e que “têm compromisso com o futuro, com a construção de um Brasil que nós acreditamos: mais justo e mais digno. Isso sem muito alarde político. Seu plano político nacional não está na panfletagem, não está nessa atividade eleitoreira" - como disse o Protógenes esta semana ao se filiar ao partido. Ainda assim, quando dou minha opinião não a faço respaldada apenas no que o PCdoB prega e faz, mas também no que o Brasil de Fato, Carta Maior e Caros Amigos (os quais assino) divulgam e o que minha vivência junto aos movimentos sociais trouxe de conhecimento. E, como é claro e notório que pretendo ver nossa America latina toda vermelha, com os partidos socialistas utilizando a UNASUL, O MERCOSUL, o SUCRE ao dólar, a ALBA à alca e o espanhol ao inglês, ‘puxo as sardinhas pra minha lata’. Se eu fosse elite, também estaria cumprindo meu papel e reverberando o que a mídia comercial (cucaracha e malsã) alardeia. Mas, sou do povo, proletária, mulher, mãe, separada e comunista, então nada mais natural que me comportar assim: favorável ao socialismo, ao povo, mesmo que numa realidade política atípica, onde tenho que ver com outros olhos a posição política de um sujeito que levantei bandeira contra sua posse em 1985. Mas no momento essa postura se faz necessária e creio, deve ser mantida até 2010.

Saudações socialistas! Abraço a todos!

sábado, 5 de setembro de 2009

DEMOcracia imperialista da NUESTRA AMERICA ...‏

Na Colombia Uribe conquista o direito de ir a Plebiscito para definir 3º mandato, SEM SER TAXADO DE GOLPISTA, apesar de TODOS SABEREM SER NARCOTRAFICANTE.

Em Honduras, Michelletti faz campanha para eleições e é financiado pelo narcotrafico.

E a culpa é de Chavez? É de Evo? É de Correa?

ONU, CADÊ VOCÊ?


01/09/2009 | Federico Mastrogiovanni | Cidade do México

Governo golpista inicia campanha eleitoral em Honduras e Zelaya aguarda posicionamento dos Estados Unidos

Sessenta e quatro dias depois do golpe de Estado que culminou na deposição do presidente de Honduras, Manuel Zelaya, o líder do governo golpista, Roberto Micheletti, lança a campanha do Partido Liberal para as eleições previstas para 27 de novembro.

Na quinta-feira passada, Micheletti se disse disposto a renunciar “de forma imediata ao cargo e apoiar a volta de Manuel Zelaya”, se este aceitasse deixar a presidência, numa contraproposta ao acordo San José, apresentado pelo presidente da Costa Rica, Oscar Árias, porém respeitando somente a anistia como cidadão comum e não no âmbito político.

Segue Link: http://hondurasurgente.blogspot.com/2009/09/onu-oea-assistem-caladas-o-inicio-da.html

Hasta la vitória, JUNTOS SOMOS FORTES. Somos a base da piramide, 180 milhoes de brasileiro, só falta fazermos uso dessa força e assim evitar que o topo nos manipule.


Abraço a todos!