terça-feira, 18 de agosto de 2009

Woodstock: 40 anos depois, o festival volta às origens

O Festival de Woodstock realizado pela primeira vez em Bethel, nos Estados Unidos, em 1969, e que foi uma das maiores manifestações do movimento hippie da história, comemora este ano 40 anos e pretende recuperar os ideais que estiveram na sua origem.Michael Lang, promotor do festival, está decidido a reavivar os ideais originais do festival, que este ano será gratuito, ecológico e irá tentar recuperar o espírito musical de 1969. Os promotores deste Woodstock 2009 vão apostar no regresso ao estilo musical da primeira edição, na qual participaram mais de um milhão de pessoas, e anunciaram que poderão estar presentes algumas das bandas que actuaram em 1969, como The Who, Santana, Crosby, Stills and Nash e Joe Cocker. No que se refere aos aspectos económicos, Lang disse ao “The Times” que precisa encontrar um patrocinador que disponibilize os cerca de 10 milhões de dólares necessários para financiar o festival. O regresso às origens não será o único acto de comemoração dos 40 anos do Woodstock. O realizador de Taiwan Ang Lee está a preparar um filme intitulado “Takina Woodstocky” e está previsto ainda o lançamento de uma nova montagem de “Woodstock: 3 Days of Peace and Music”, um filme de 1970 no qual participou Martin Scorsese e que ganhou o Óscar de melhor documentário. Também estará a venda um pack com seis CD com algumas das músicas mais marcantes do festival e o próprio Michael Lang lançará no mercado um livro intitulado “The Road to Woodstock".
Henrique.

Documentário para TV mostrará imagens inéditas dos Beatles


Londres, 18 ago (EFE).- Várias imagens e conversas entre os Beatles que não tinham sido vistas nem ouvidas antes serão exibidas em setembro próximo em um documentário do canal britânico "BBC".O filme da TV pública do Reino Unido leva o nome "The Beatles on record" e fará parte da programação especial que a "BBC" transmitirá durante uma semana sobre a banda.O documentário foi feito a partir de gravações recolhidas no famoso estúdio de Abbey Road em algumas das últimas sessões dos quatro membros da banda juntos. No vídeo, é possível ver imagens e ouvir conversas inéditas de John Lennon, George Harrison, Paul McCartney e Ringo Starr, além do produtor George Martin.A produção mostrará a evolução musical do grupo de Liverpool desde seu primeiro disco, "Please Please Me", de 1963, até "Abbey Road", gravado em 1969.Cerca de 60 canções, fotos e sequências quase totalmente novas, assim como várias cenas dos artistas que foram descartadas na época são parte do material reunido no documentário.A "BBC" exibirá o trabalho em setembro, poucos dias antes de colocar à venda os álbuns originais remasterizados da banda e lançar o videogame "The Beatles: Rock Band". O canal britânico também terá durante essa semana de programação especial sobre os Beatles um documentário sobre a primeira visita da banda aos Estados Unidos, que jamais foi exibido para televisão.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Diferentes categorias de mundos habitados


http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/es/

Do ensino dado pelos Espíritos, resulta que muito diferentes umas das outras são as condições dos mundos, quanto ao grau de adiantamento ou de inferioridade dos seus habitantes. Entre eles há-os em que estes últimos são ainda inferiores aos da Terra, física e moralmente; outros, da mesma categoria que o nosso; e outros que lhe são mais ou menos superiores a todos os respeitos. Nos mundos inferiores, a existência é toda material, reinam soberanas as paixões, sendo quase nula a vida moral. A medida que esta se desenvolve, diminui a influência da matéria, de tal maneira que, nos mundos mais adiantados, a vida é, por assim dizer, toda espiritual.
Nos mundos intermédios, misturam-se o bem e o mal, predominando um ou outro, segundo o grau de adiantamento da maioria dos que os habitam. Embora se não possa fazer, dos diversos mundos, uma classificação absoluta, pode-se contudo, em virtude do estado em que se acham e da destinação que trazem, tomando por base os matizes mais salientes, dividi-los, de modo geral, como segue: mundos primitivos, destinados às primeiras encarnações da alma humana; mundos de expiação e provas, onde domina o mal; mundos de regeneração, nos quais as almas que ainda têm o que expiar haurem novas forças, repousando das fadigas da luta; mundos ditosos, onde o bem sobrepuja o mal; mundos celestes ou divinos, habitações de Espíritos depurados, onde exclusivamente reina o bem. A Terra pertence à categoria dos mundos de expiação e provas, razão por que aí vive o homem a braços com tantas misérias.
Os Espíritos que encarnam em um mundo não se acham a ele presos indefinidamente, nem nele atravessam todas as fases do progresso que lhes cumpre realizar, para atingir a perfeição. Quando, em um mundo, eles alcançam o grau de adiantamento que esse mundo comporta, passam para outro mais adiantado, e assim por diante, até que cheguem ao estado de puros Espíritos. São outras tantas estações, em cada uma das quais se lhes deparam elementos de progresso apropriados ao adiantamento que já conquistaram. É-lhes uma recompensa ascenderem a um mundo de ordem mais elevada, como é um castigo o prolongarem a sua permanência em um mundo desgraçado, ou serem relegados para outro ainda mais infeliz do que aquele a que se vêem impedidos de voltar quando se obstinaram no mal.


domingo, 16 de agosto de 2009

Máquina do tempo poderia ser construída com tecido do espaço-tempo




Redação do Site Inovação Tecnológica - 24/08/2007
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Cientistas criaram o modelo teórico de uma máquina do tempo que, segundo eles, num futuro distante, poderá permitir que homem viaje rumo ao passado. Ao contrário de um equipamento complexo, a máquina do tempo vislumbrada pela equipe do Dr. Amos Ori, é o próprio tecido do espaço-tempo.
Espaço-tempo
"Para viajar de volta no tempo, a estrutura do espaço-tempo deve ser rearranjada adequadamente," diz o professor Ori. "É com isto que a teoria da relatividade geral de Einstein lida. Ela diz que o espaço-tempo pode ser plano. Ou seja, ele tem uma estrutura banal, simples. Mas ele também pode ser encurvado em várias configurações. De acordo com a teoria da relatividade, a essência dos campos gravitacionais está na curvatura do espaço-tempo. A teoria da relatividade também define como o espaço se curva e como essa estrutura se desenvolve ao longo do tempo."
A questão que se sobressai, portanto, é: seguindo os princípios do processo de curvatura do espaço-tempo, poderia o homem construir uma máquina do tempo que manipule essa curvatura e tire proveito dela?
Seguindo esse raciocínio, bastaria que curvássemos o tecido do espaço-tempo de forma adequada, fazendo-o fechar um "loop" no qual o presente se encontraria com o passado.
Máquina do tempo
No passado, vários cientistas já colocaram objeções a esse raciocínio. Um desses argumentos era de que seria impossível construir-se uma máquina do tempo porque ela precisaria conter material com densidade negativa. E, como o homem não dispõe de um material assim - na verdade, não está claro para os cientistas se as leis da física permitiriam a construção de tal material - então não seria possível a construção de uma máquina do tempo.
A teoria do Dr. Ori propõe que dá para construir a máquina do tempo sem a necessidade de um material com densidade negativa. O modelo proposto por ele consiste em um vácuo contendo apenas matéria tradicional, com densidade positiva.
"A máquina é o próprio espaço-tempo, diz ele. "Hoje, se criássemos uma máquina do tempo - uma área com uma dobra no espaço que permita que as linhas do tempo se cruzem - isso poderia permitir que as futuras gerações voltassem para visitar nosso tempo. Nós, aparentemente, não podemos retornar ao nosso passado porque nos antepassados não poderiam criar essa infraestrutura para nós."
Problemas para o futuro
Mesmo que nenhum outro estudioso encontre falhas no raciocínio do Dr. Ori, o fato é que não possuímos a tecnologia necessária para controlar os campos gravitacionais ao nosso bel prazer, o que é suficiente para manter a máquina do tempo no campo das teorias.
O próprio pesquisador levanta outra questão, que ele chama de "não-trivial": o problema da instabilidade, segundo o qual haveria distúrbios em um espaço-tempo que possua uma máquina do tempo. Esses distúrbios seriam crescentes, a ponto de rasgar o espaço-tempo, cancelando a máquina tão sonhada.


Henrique\08\2009.


sábado, 15 de agosto de 2009

Os Blues são fáceis de tocar, mas difíceis de sentir.

HENRIQUE.

STONES


Os Rolling Stones é uma banda de rock inglesa formada em 25 de Maio de 1962, e que está entre as bandas mais antigas ainda em atividade. Ao lado dos Beatles, foram a banda mais importante da chamada Invasão Britânica ocorrida nos anos 1960, que adicionou diversos artistas ingleses nas paradas norte-americanas.
Henrique.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=6&id_noticia=113555

Mídia
13 de Agosto de 2009 - 15h53
Globo X Record: nessa baixaria os dois lados 'têm razão'
As escaramuças entre a Rede Globo e a TV Record produziram um acontecimento, no mínimo, inusitado: uma baixaria em que os dois lados, no afã de jogar a sujeira do outro no ventilador, têm rompantes de sinceridade.

Por Fernando Borgonovi, no site da UJS

Nos veículos das Organizações Globo, seguidos por outros como a Folha de S.Paulo, espoucaram manchetes nos últimos dias sobre processos contra o bispo Edir Macedo, dono da Record, e sobre a ligação desta com a Igreja Universal e prováveis vinculação do dinheiro dos fiéis com o império de comunicação.

O Jornal Nacional desta quarta-feira emendou de primeira. Nas palavras de Fátima Bernardes, "Edir Macedo deu outro destino ao dinheiro doado à Igreja Universal", ao que segue a matéria que busca provar, através de imagens da pregação feita em cultos, que a "religião é apenas um pretexto para arrecadação de dinheiro". De fato, é difícil não considerar a hipótese de haver ligação entre uma coisa e outra e, mais ainda, desconhecer que igrejas podem, eventualmente, fazer o diabo para arrancar dinheiro dos seguidores.

A Record contra-ataca e descasca a Globo

Mas o cúmulo da verdade veio no contragolpe da Record. O jornal desta manhã de quinta foi, sem rodeios, na jugular. Falou que a Globo é cria da ditadura militar, regime que apoiou entusiasticamente. "A história não apaga. A Globo nasceu de uma ação ilícita de um governo ditatorial", em referência a acordo com grupo norte-americano que injetou milhões de dólares na televisão, mesmo sendo ilegal a participação estrangeira em veículos de comunicação.

Discorreu ainda sobre as interferências da emissora dos Marinho na política nacional, como no escândalo Globo/Proconsult contra a candidatura de Leonel Brizola a governador do Rio de Janeiro, em 1982; a célebre edição do debate entre Collor e Lula nas eleições de 1989, lance decisivo para a vitória collorida; o boicote à cobertura das Diretas, as imagens do dinheiro do tal dossiê nas eleições de 2006....

Foi tudo, digamos, fantástico, espetacular, irretocável! Nunca houve caso de tamanha transparência, de tal sinceridade.

Racha empresarial

O "dedo no olho" público entre as duas emissoras de maior audiência do país é o retrato da divisão dos empresários da área, fratura que é vista também nas posições relativas à Conferência Nacional de Comunicação convocada pelo governo.

A disputa por maiores fatias do mercado tem provocado tais contradições, que devem ser exploradas habilmente por movimentos que lutam pela democratização dos meios de comunicação.

De imediato, uma coisa salta aos olhos: pelo menos na hora de falar mal, os dois lados acabam desintocando as verdades. Ótimo negócio para o respeitável público.


* Fernando Borgonovi é jornalista e diretor de comunicação da UJS (União da Juventude Socialista)

Leia também: Bodega: ao 1º sinal de derrota da Globo, toquem as trombetas

Mônica.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Decisões adiadas


Existem coisas em nossas vidas que - em determinado momento - se tornam mais importantes que todo o resto.
Disse Jesus: “Qual o pastor que, tendo perdido uma ovelha, não deixa seu rebanho e sai buscando aquela que se perdeu?”
Muitas vezes por semana precisamos fazer esta escolha.
Pegar o telefone e dizer a palavra de carinho que adiamos. Abrir a porta e deixar entrar quem precisa de nossa ajuda. Aceitar um emprego. Abandonar um emprego. Tomar a decisão que estávamos deixando para depois. Pedir perdão por um erro que cometemos e que não nos deixa em paz.
Se uma ovelha importante se perdeu, vamos agir como o Bom Pastor: caminhar por montanhas e riachos, planícies e desertos, até encontrá-la e trazê-la de volta.
Henrique.