quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010


As choppers, teve sua origem na Califórnia. O que as pessoas não sabem é a origem do termo.
Há algumas décadas atrás as modificações de chassis de motos para perder peso e ganhar estética estavam em alta. A prática de tais modificações era chamada de "bobbing" ou "choppin' off" (dá na mesma), cuja tradução de ambos se entende por "cortar fora".
Uma das motos, porém, teve maior destaque na mídia. Ela foi batizada com o nome de "The Bobber", pelo fato de ser uma moto resultada de processos de "bobbing".
O estilo da moto era bem próximo ao das choppers tradicionais, com guidão alto e sissy-bar (santo antônio) também alto, ambos característicos do estilo "old school" de motos.
Logo, se "bobber" vinha de "bobbing", "choppin' off" deu em "chopper", que ficou mais conhecido.
Depois disso a maioria das motos modificadas teve estilo semelhante, consolidando o estilo chopper. Todas eram artesanais até o lançamento da moto (e filme) Easy Rider, da Harley Davidson.
Conclusão: uma bicicleta ou moto chopper só fará seu nome valer as origens se tiver tido sua estrutura modificada. Porém, se não teve mas tem o estilo, não deixa de ser chopper, logicamente.
sábado, 23 de outubro de 2010
Internacional
Segundo Julian Assange, a divulgação dos documentos traz a verdade escondida sobre os ataques
Londres. O fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, defendeu, ontem, a divulgação de 400 mil documentos secretos sobre a guerra no Iraque.
Em entrevista coletiva em Londres, Assange afirmou que foram tomados todos os cuidados para que não haja risco para nenhum soldado envolvido nas operações no Iraque.
O governo americano voltou a criticar o site. Disse que os documentos não trazem novidades e que apenas podem gerar um sentimento de vingança, colocando em risco as tropas ocidentais que continuam no país.
"Os ataques à verdade começam antes do início de uma guerra e continuam mesmo depois que ela acaba", afirmou ele.
Segundo Assange, a divulgação dos documentos minimizam esses ataques à verdade.
Nos papéis há vários relatos de mortes e torturas cometidas pela polícia e pela Guarda Nacional Iraquianas contra seus próprios cidadãos.
Apesar de presenciar as atrocidades, soldados americanos apenas relatavam que não havia nada mais a investigar. Em alguns casos, eram comunicadas as autoridades iraquianas, muitas vezes as mesmas responsáveis pelas torturas.
"Isso transforma as tropas em cúmplices", afirmou Phil Shiner, da ONG Public Interest Lawyers, que também presente à coletiva.
Os documentos revelam também 15 mil mortes de civis a mais que os computados até agora por Organizações Não Governamentais que acompanham a guerra iraquiana.
Acredita-se que 66 mil civis foram mortos desde a invasão do país, em 2003.
O governo dos EUA diz que não há números sobre mortes de civis. "Os documentos trazem não apenas números, mas detalhes dos mortos. Isso é muito importante", disse John Sloboda, da Iraq Body Count.
A divulgação dos documentos é considerada o maior vazamento desse tipo de documento da história.
Em julho, o WikiLeaks já havia divulgado 91 mil documentos secretos sobre a guerra do Afeganistão.
Acredita-se que os dois vazamentos tenham a mesma fonte: um analista dissidente da inteligência do Exército americano, cuja identidade continua mantida sob sigilo.
Abusos e negligência
Segundo os documentos, desde a invasão americana no Iraque, em 2003, morreram mais de 100 mil iraquianos, dos quais cerca de 70 mil civis.
Os relatórios indicam que as forças americanas deixaram sem investigação centenas de denúncias de abusos, torturas e assassinatos por parte das milícias iraquianas, que em alguns casos são acusadas de chicotearem e queimarem pessoas.
Em um caso particular, os americanos acusam soldados do Iraque de cortarem os dedos e queimarem com ácido um dos presos. Há também a descrição da execução de dois presos que estavam com as mãos atadas.
domingo, 17 de outubro de 2010
Novo álbum do R.E.M. já tem título escolhido
A divulgação do título do disco foi feita pelo empresário do grupo, Bertis Downs, durante um evento realizado na cidade inglesa de Manchester. Posteriormente o empresário confirmou o nome através de sua conta no twitter.
A previsão é que o sucessor de “Accelerate” seja lançado no segundo trimestre de 2011. Mais uma vez a produção ficou nas mãos de Jacknife Lee.
domingo, 26 de setembro de 2010


A Yamaha colocou no mercado a nova 600 cc, que vem equipada com motor semelhante a Fazer 600, porém amansado e que rende 78 vc de potência. O modelo chega com dois lindos design: Um com carenagem XJ6 S e outra sem carenagem que é a XJ6 N. O quadro é tipo Diamond feito em tubos de aço e Freios de pinça de dois pistões da dianteira. O modelo deve custar em torno de R$27.500.
Uma bela disputa está sendo travada no mercado nacional entre os modelos nakeds de 600 cm³. De um lado, a Honda CB 600F Hornet, que chegou ao país em 2004 e que foi reestilizada em 2008. De outro, a Yamaha XJ6, recém-lançada pela marca dos três diapasões. Apesar de os modelos estarem equipados com motores de quatro cilindros em linha, as semelhanças param por aí. Com a diferença de preço de quase 8 mil reasis mais cara a Hornet e uma naked mais pro lado da esportividade enquanto a XJ6N e para um publico que esta entrando no mundo dos 4 cilindros pois e uma moto mais suave para pilotar enquanto a da honda ja vai pro lado da esportividade, e isso se reflete no consumo tambem, a Hornet anda mais e bebe mais. Na cidade, rodou 17,8 km com um litro de gasolina, enquanto a XJ6 percorreu 19,4 km/l. Na estrada, vantagem novamente para a Yamaha que teve consumo de 21,3 km/l, enquanto a Honda consumiu 18,6 km/l.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010

Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes… tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? Eu adoro voar!
Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre

O espelho já havia denunciado… Está difícil de se encarar, não?!
O que você andou fazendo da sua vida ultimamente?
Arrependido?
Por quê?
Você não fez o que queria? Não estava decidido?
É, a vida apronta dessas coisas, não é mesmo?!
Você sabia o que queria, ou pelo menos o que não queria e depois que o vendaval passou ficou aquela sensação de que não era bem isso.
E a coragem de voltar atrás…
Mas será que é isso mesmo?
Você nunca sabe, né? Difícil saber o que se quer!
Principalmente, por que por vezes tem que se arriscar.
– Arriscar – que palavra horrível… E se o sofrimento aparecer?
Se o sofrimento aparecer… Sofra!
– Você deve estar de brincadeira. Prefiro ficar aqui sentado, com a porta trancada, com o telefone desligado, fazendo de conta que estou vivendo. Às vezes, saio apenas para transar e enganar alguém de que sou ótimo. Para me enganar que escolho. Não sei bem se para me enganar ou enganar ao outro.
É meu caro, o espelho é cruel. O espelho escancara! Os anos estão passando. Quantos pés de galinha no seu rosto que já foi tão bonito. Os cabelos, esses denunciam o quanto você abusou do que não devia. E o abdome tanquinho, cadê? Foi quase uma perda de identidade, não?
O que você tinha de melhor? Lembra? Faz tempo, não é?
O que tinha de melhor ficou para trás, nas insistentes performances de teimosia e de grosseria – sou dono da minha própria vida! Será?
Se era o dono, parece que não fez bons investimentos. Aliás, investiu no que mesmo? Não, não estou falando do dinheiro herdado no banco, estou falando de afeto. Sabe, aqueles sentimentos bobos que os mortais tem, tipo respeito, consideração, amizade, amor. Ah, já sei, amor é outra palavra proibida. Antigamente o amor era para o espelho e agora? Nem seu aliado, antigo aliado – espelho tem lhe dado o colo preciso.
Ah! Você está chorando? Chore, chore muito. Chore por suas presunções, seu sarcasmo, sua prepotência.
Agora já chega! Descobriu que é mortal! Humano como todo mundo?
Isso foi ótimo!
Passe um pano no espelho, faça um carinho.
Daqui a pouco o dia vai amanhecer. Terá um brilho novo no ar.
Saia de casa.
O presente e o futuro continuam lhe aguardando.
Vamos, lute!
Vamos, continue!
Viva!