sábado, 19 de dezembro de 2009

O Rappa é uma banda brasileira conhecida por suas letras de forte impacto social. Seu ritmo não é exatamente definido nem mesmo pela própria banda. Embora seja de início principalmente reggae e rock, a banda também incorporou elementos de samba, funk, hip-hop, rap e MPB.


Viver em sociedade é um desafio porque às vezes ficamos presos a determinadas normas que nos obrigam a seguir regras limitadoras do nosso ser ou do nosso não-ser...
Quero dizer com isso que nós temos, no mínimo, duas personalidades: a objetiva, que todos ao nosso redor conhece; e a subjetiva...
Em alguns momentos, esta se mostra tão misteriosa que se perguntarmos - Quem somos?
Não saberemos dizer ao certo!!!Agora de uma coisa eu tenho certeza: sempre devemos ser autênticos, as pessoas precisam nos aceitar pelo que somos e não pelo que parecemos ser... Aqui reside o eterno conflito da aparência x essência. E você... O que pensa disso?

sexta-feira, 20 de novembro de 2009


A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido. Não na vitória propriamente dita. (Mahatma Gandhi)

quinta-feira, 19 de novembro de 2009


A pior coisa que nos pode acontecer é faltar-nos a coragem...
Faltar-nos a coragem de arriscar, de dizer ou fazer o que havia de ter sido dito ou feito no momento certo...
A falta de coragem deixa-nos os pés e as mãos atadas, pois temos de lutar contra nós mesmos, contra a nossa passividade, a nossa tolerância às agressões, o nosso comodismo ao que podia ser melhor mas que até serve como está...
É isto que sinto neste momento...falta de coragem, para arriscar, trocar o certo pelo incerto, trocar o conhecido pelo desconhecido, fazer algo de novo... talvez não seja medo de falhar e não saber ao certo se tenho ou não suporte, porque sei que de uma maneira ou de outra o teria... mas o medo de ser mal entendido, de ser mal interpretado...
Ter esperança e não ter coragem não me serve de rigorosamente nada, porque tinha que arriscar hoje e não depois, tinha que viver hoje e não depois...
Como diz o Ricardo Azevedo "tenho que virar a minha vida de pernas para o ar", sinto essa necessidade, mas falta-me a coragem para fazer face a essa necessidade que me vai roendo por dentro, que me vai deixando dia a dia mais impaciente, mais ciente de que se não mudar nada as coisas podem não acabar bem...

sábado, 31 de outubro de 2009

segunda-feira, 26 de outubro de 2009


Acredito que todos devem ter ouvido falar e saber oque é grunge? É, aquele movimento musical que gerou o adjetivo "banda de Seattle" para qualquer grupo cujos integrantes usassem camisas de flanela ao lado de caras sorumbáticas e um som pesado e depressivo... Lembrou agora? Ou você era muito criança quando a MTV começou a bombar sua programação com clipes desses caras?
Bom, não importa. O que você tem que saber é que o tal de grunge já merecia um capítulo especial na história do rock só por ter jogado no lixo toda uma geração de bandas posers, que faziam um som mais aguado que café de orfanato. Sim, era o tal hard rock "farofa", com músicas pseudoagressivas que celebravam a ideia de que a vida se resumia a andar de carro por aí e traçar o maior número possível de garotas gostosas, sem esquecer, claro, de incluir umas baladas xaropentas, na linha "dor de corno", para justamente agradar a mulherada que queria ser traçada por cabeludos maquiados que mais pareciam strippers travestidos de homens. E tome aberrações como Dokken, Europe, Poison, Warrant e outras bobagens...
Pois então, o grunge jogou tudo isso no lixo. A sonoridade de bandas como o Nirvana, o Soundgarden e o Mudhoney - caras que cresceram ouvindo Dead Kennedys, Black Sabbath, David Bowie e Black Flag - veio como uma antítese total em relação à descartabilidade conceitual do glam metal farofento. Qualquer dia desses irei contar essa história aqui...

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Rio - A população do Rio de Janeiro amanheceu acuada e perplexa diante da violência do maior confronto dos últimos tempos. A disputa entre traficantes rivais produziu, nas primeiras horas de ontem, cenas de morte e destruição, comparáveis apenas a territórios em guerra.
Depois de sete horas de intenso tiroteio entre quadrilhas no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, um helicóptero da Polícia Militar foi abatido enquanto sobrevoava os morros da Matriz e do Sampaio.
O piloto, capitão Marcelo Vaz, alertado sobre as chamas, conseguiu desviar das casas e tentou pousar num campo de futebol da Vila Olímpica do Sampaio. O oficial evitou uma catástrofe no morro, mas não a morte de dois soldados, carbonizados na explosão da aeronave. Vaz e outros três tripulantes ficaram feridos
Na realidade a cupula da segurança pubica do Rio teve enorme sorte, pois é do conhecimento geral que trafico possue armas, dinheiro e contigente apto e disposto, apenas ainda não tem organização, pois no momento que começarem a ser organizados usando seu potencial enconomico em ações bem direcionadas assim como faz o grupo ETA onde usam de ações terroristas tais como bombas em predios publicos, sequestro de personalidades em troca de preso e preparação de seu contigente no uso de suas armas de forma eficaz o Rio vai perceber que deixou de tomar as providencias e desperdiçou tempo precioso no combate ao narco-trafico.
A Policia carioca deveria usar do serviço de inteligencia para identificar rotas de armas, drogas e chefes do comando, barulho e ações na boca do morro apenas mostram que estão presentes, mais isso não acarreta efeito algum no trafico.
Imaginem oque poderia acontecer se uma pessoa como o Aitor Alizaran Aguilar, o qual foi preso numa operação conjunta das polícias francesa e espanhola. É o segundo membro da cúpula do ETA detido em pouco mais de uma semana, estivesse no RIO, a serviço do trafico.
Esperamos que as ações corretas sejam tomadas para identificar, rotas de armas, drogas e membros do trafico, para que sejam presos e desarticuladas as quadrilhas enquanto ainda existe essa possibilidade, pois o Rio pertence a todos e não apenas alguns poucos traficantes que atuam e pregam o terror no Rio.