quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Led Zeppelin - Stairway To Heaven_Live(Tradução) - OFFICIAL

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Bem disposto, Fidel aparece na TV depois de um ano
A televisão cubana transmitiu, no domingo (23), imagens do ex-presidente Fidel Castro, nas quais o líder revolucionário está bem disposto e em boa forma. É a primeira vez, desde junho de 2008, que Fidel aparece na TV. O vídeo - reproduzido pelo Vermelho - mostra o cubano em conversa com estudantes de uma universidade venezuelana. Nesta segunda (24), a imprensa de Cuba publicou treze novas fotos do encontro, além de outra que retrata Fidel e o presidente do Equador, Rafael Correa.
O jornal Granma e o semanário Trabajadores, ambos de circulação nacional, dedicaram suas páginas principais às fotos do líder, assim como o site Cubadebate. Castro, de 83, aparece bem saudável e animado, com camisa branca e agasalho esportivo, conversando com os jovens venezuelanos de pé e sentado.

No encontro, que durou três horas, Castro falou com os jovens venezuelanos sobre a contaminação ambiental, mudança climática e a continuidade das missões sociais na Venezuela. Na últimaa foto do líder cubano, publicada no domingo, Castro aparece ao lado do presidente do Equador, Rafael Correa, que viajou para Cuba para passar férias e para fazer exames médicos.



Também no vídeo, divulgado pela cubana Cubavisión, Fidel aparenta saúde e energia. A última vez que Fidel havia aparecido na televisão foi durante um encontro com seu aliado e presidente venezuelano, Hugo Chávez, em junho do ano passado. Castro está afastado do poder desde julho de 2006, por causa de problemas de saúde. Em fevereiro do ano passado ele renunciou ao cargo, que foi assumido pelo irmão seu Raúl.


http://www.youtube.com/watch?v=0qkrHuN51tQ&eurl=http%3A%2F%2Fwww.vermelho.org.br%2Fnoticia.php%3Fid_noticia%3D114272%26id_secao%3D7&feature=player_embedded

Saudações socialistas!

Mônica.

Uma nota extraviada do cartão de crédito ou uma mensagem eletrônica desgarrada no computador da sua casa teria dado fim a tudo: o casamento, a posição na carreira, a reputação de decência construída por toda vida.
Assim por mais de 10 anos, ele arduamente manteve as suas duas identidades separadas: uma delas vivia num povoado de Westchester e trabalhava num escritório em New York, e a outra atuava basicamente em clubes, aeroportos, bares e bordeis. Uma delas cumprimentava entusiasticamente os clientes e acenava para os vizinhos, algumas vezes apenas horas depois da outra voltar de um encontro de trabalho com prostitutas ou traficantes de cocaína.
No fim, foi um inocente pop-up de propaganda para um software de segurança no computador de casa, dizendo que a sua vida estava sendo monitorada continuamente que colocou este incorporador de New York em pânico e o levou para o terapeuta.


A vida dupla de um homem é um exemplo extremo de como a angustia mental pode cindir a identidade em pedaços, disse o psiquiatra, Dr. Jay S. Kwawer, diretor de educação clinica no Instituto William Alanson White em New York.


Mas os psicólogos dizem que a maioria dos adultos normais está apta a iniciar uma vida secreta, e mesmo mantê-la. A habilidade de guardar um segredo é fundamental para o desenvolvimento social saudável, eles dizem, e o desejo de experimentar outras identidades - reinventar a si mesmo, fingir – pode durar bastante na idade adulta. E, nos últimos anos, os pesquisadores descobriram que algumas das mesmas capacidades psicológicas que ajudam muitas pessoas a evitar o sofrimento mental podem também colocá-las em elevado risco pela manutenção de atividades secretas prolongadas.


Eu acho que o que as pessoas estão fazendo agora na Internet,” ela disse, “tem implicações psicológicas profundas em termos de como elas estão usando identidades para expressar problemas e potencialmente resolvê-los numa região livre de conseqüências.”


“Era comum você viajar no verão e ser alguém diferente, ir a um acampamento e ser alguém diferente, ou ir para a Europa e ser alguém diferente” disse a Dra. Sherry Turkle, uma socióloga do Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Agora, ela disse, as pessoas assumem costumeiramente diversas alcunhas na Internet, sem jamais ter deixado a sua cadeira: o vendedor de porta vizinha pode assinar como bill@aol.com mas também cruzar as salas de bate-papo como Armaniguy, Cool Breeze e Thunderboy.
Muito recentemente, a Dra. Turkle estudou o uso de jogos interativos online como Sims Online, aonde as pessoas estabelecem famílias e comunidades. Ela entrevistou cuidadosamente cerca de 200 jogadores regulares ou ocasionais, e disse que muitas pessoas usam os jogos como uma maneira de estabelecer as famílias que eles desejariam ter, ou pelo menos viver versões alternativas de suas próprias vidas.

Quem vive para si e para os seus apetites, que crêem que o mundo gira em torno de sique crêem que são tão especiais que a vida não lhes cabe,que se fecham em si próprios,sem darem-se e a abrirem-se aos outros, e que desejam por tudo e por nada prolongarem ao máximo os seus dias (a que chamam "vida"),vão no final, ter o que sempre desejaram: Existir para sempre. Mas nesse final, só encontrarão o inferno. Passarão dias após dias, sem qualquer razão, sem nenhum objetivo,numa infindável repetição de dias iguais. Pois existir sem propósito, é o próprio inferno

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Microsoft explica suspensão de recursos de imagem no Hotmail

A Microsoft decidiu finalmente explicar a retirada de um de seus recursos para anexar fotos ao Hotmail, seu serviço oficial de e-mails. Segundo a empresa, a decisão foi tomada para evitar que usuários sejam vítimas de um problema de segurança, ativado quando o sistema é utilizado em conjunto com o Internet Explorer.
Agora não é mais possível inserir as imagens diretamente no corpo das mensagens. Quem quiser enviar esse tipo de arquivo deverá usar a opção "Attach", de acordo com o update postado no Windows Live Help .
"Alguns de vocês perceberam que não é mais possível adicionar fotos diretamente em uma mensagem do Windos Live Hotmail da mesma forma que estavam acostumados. Durante um estudo recente, identificamos uma incompatibilidade com o IE responsável por causar uma falha de segurança no upload de fotos, o que nos levou a remover temporariamente a função", afirmou a empresa em seu comunicado oficial.
Segundo o The Register , o recurso já não estava disponível desde o dia 24 de julho. O erro deve ser corrigido no próximo update, emsetembro.

domingo, 23 de agosto de 2009

Holografia é a estrela da nova geração de tecnologias da comunicação

Nessa casa, ninguém dorme cedo. Não sem antes falar com as crianças. "O Augusto ele mora no Colorado, a Raquel mora no Texas e a Renata mora na Louisiana", afirma a gerente de eventos, Regina Bueno. Ainda mais agora que Renata está grávida. "Olha lá, que lindo", grita Regina. Pelo computador, Regina e Evandir veem e falam, de graça, com os filhos todo santo dia. Vários programas podem ser baixados no computador gratuitamente. Eles permitem a comunicação de voz e vídeo pela internet entre os usuários, que precisam estar conectados ao mesmo tempo. Alguns programas já são usados até no celular, mas ainda não transmitem imagens. "Tenho minha mãe e meu irmão que moram nos Estados Unidos e tenho vários tios que moram na Itália", conta Thales Baldinotti, gerente comercial. Em uma lanchonete, Thales só gasta com o cafezinho enquanto conversa com os tios italianos. No celular, a conexão é pela rede Wi-Fi, ou seja, nenhum custo adicional ao serviço de internet. Se fizesse uma ligação normal para a Itália, às 18h, Thales pagaria em média R$ 2,00 o minuto. No apartamento da família Bueno, o bate papo com a caçula, Raquel, durou quase oito minutos e não custou nada. A mesma conversa, no telefone fixo, sai, em média, R$ 8,00. Esqueça as experiências ruins nesse tipo de comunicação. Daqui algum tempo você poderá falar com alguém da sua família por voz e vídeo com alguém da sua família sem interrupção de sinal. E o melhor, a outra pessoa vai estar em tamanho real. A sensação é de que estarão numa única sala mesmo se estiverem há milhares de quilômetros de distância. Isso já é uma realidade em grandes empresas. No lugar das antigas videoconferências surgiu uma nova geração de equipamentos: a 'telepresença'. As telas de alta definição têm 60 polegadas, cada. Luz, móveis, cor e a porta são padronizados para dar a sensação de que estamos num mesmo ambiente. Mesmo que uma sala fique em São Paulo, outra no México e uma terceira em Miami. Os microfones e alto falantes são direcionais, dando a impressão de que o som sai exatamente da boca de quem fala. É o chamado: 'áudio espacial'. A experiência se torna o mais real possível. Quando o chefe tem que dar bronca, é como se estivesse presente. "É muito pior por telepresença". Para que cheguem ao mesmo tempo, sem atraso, voz e vídeo são comprimidos por um software. Isso dá agilidade ao conteúdo que trafega pela internet. Mas é preciso uma rede de alta capacidade. No mínimo 15 megabits por segundo. Um projeto grandioso como esse, não é assim, digamos, barato. Pode chegar a US$ 200 mil. Grandes companhias dizem que o investimento compensa. "Eu tenho uma grande economia em passagens e racionalização do tempo das pessoas. Tenho, acho que um próprio compromisso, que é a redução de gás carbônico de redução uma vez que a tecnologia proporciona isso", afirma Cláudio Almeida Prado, diretor de tecnologia Santander. Em um palco, um dos executivos não está realmente presente. Um deles está na Índia, o outro, um holograma, fala direto dos Estados Unidos. A primeira vez que essa tecnologia foi vista foi há muito tempo atrás, em uma galáxia muito muito distante por um grupo de rebeldes que queria mapear do poder um imperador do mal. Mas qual o segredo de uma holografia? Nós fomos a um estúdio em São Paulo onde é usada uma tecnologia inglesa para criar essas imagens. "A gente trabalha com um projetor, uma tela de reflexão e um 'foil' que é o grande segredo do negócio", explica Paulo Guarini, diretor EyeMotion. O 'foil' é uma película de metal tão fina que mal dá para ver a olho nu. É ela que reflete o vídeo em 3-D que pode ser gravado ou ao vivo. A transmissão em tempo real é feita via satélite ou internet. É como se fosse real, a impressão que dá é que dá para gente tocar se a gente quiser. "A sensação que a gente quer passar é exatamente essa. É confundir a platéia quem é real e quem é virtual". Esse mundo mágico, que parecia só coisa de cinema, já é real nas grandes companhias, mas qual o próximo passo dessa tecnologia? Algum dia, eu vou estar na minha casa, vou atender o telefone e a minha mãe vai se materializar em holografia na minha frente, é isso? "Em curto, médio prazo, a gente acredita, que essa tecnologia vai estar em menor escala para os lares de todo mundo".
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Banda larga e VoIP derrubam tráfego de ligações fixas nas operadoras

São Paulo - Telefônica, BrT e Telemar registraram queda nas ligações fixas locais e interurbanas, mas equilibram receita com dados.
O crescimento da adoção de banda larga no Brasil causou impacto negativo no tráfego de ligações das operadoras de telefonia fixa Brasil Telecom (BrT), Telefônica e Telemar ao longo dos últimos dois anos, de acordo com análise do grupo especializado em telecomunicações Teleco.
No ano de 2005, a Telefônica registrou uma redução de 5% no número de pulsos em chamadas locais e 10,9% em minutos de ligações de longa distância e de fixo para celular.
Já a BrT apresentou queda de 14% em pulsos em chamadas locais, 17,7% em chamadas de longa distância nacional e de 1,9% em chamadas para celulares, no ano que passou. Em 2004, a Telemar – que ainda não reportou dados do último ano – teve decréscimo de 9,3% no número de pulsos e de 6,4% no número de minutos de longa distância.
Como fatores para o declínio nas ligações locais, o Teleco aponta não só o aumento do uso de banda larga em detrimento da conexão discada para acesso à internet, mas também o crescimento da base de celulares, que desde 2003 é maior que a de telefones fixos e, em 2005, ultrapassou o dobro destes aparelhos.
VoIP
No caso da telefonia à longa distância, pesaram fatores como a conurbação de áreas que antes eram consideradas interurbanas e passaram a fazer parte do mesmo perímetro para ligações locais (em setembro de 2004), e o impacto do VoIP (voz sobre IP).
“A entrada das operadoras de VoIP no mercado vem forçando as grandes da telefonia a reduzir os preços das chamadas interurbanas, o que resultaria em uma potencial redução de receita, que não ocorre porque o volume de ligações aumenta”, explica Eduardo Tude, presidente do Teleco.
Para o analista, as operadoras de VoIP têm neste momento de emergência a oportunidade de conquistar uma parcela do mercado – aproveitando uma receita que não é tão significativa para as grandes operadoras, mas para as pequenas é bastante representativa – e tornando-se possíveis alvos de aquisição em um futuro cenário de consolidação. “Quando a Embratel reduz o preço das suas ligações interurbanas e internacionais, ela o faz para uma base imensa de clientes, portanto não consegue baixar tanto quanto as pequenas”, explica Tude, constatando que as operadoras exclusivamente de VoIP podem oferecer preços mais competitivos.
Segundo ele, o acordo do Skype e com a Transit Telecom no Brasil, que possibilitará que o usuário tenha um número local para receber chamadas, deve acirrar ainda mais a disputa no setor.

Agora oposição descobre 'clientelismo' de Sarney


Debate de 2010 é antecipado e maranhense vira principal alvo


20/08/2009

Renato Godoy de Toledo

da Redação


A crise instaurada no Senado Federal tem circundado a figura do mandatário da casa José Sarney (PMDB-AP), ex-presidente da República e detentor de monopólios nos estados do Maranhão e Amapá. Práticas clientelistas e oligárquicas, além do amplo trânsito nas esferas de poder, não são novidades no curriculum do maranhense – tal como a biografia de muitos de seus acusadores e apoiadores.

Pode se dizer que em nível nacional, Sarney nunca soube o que é ser oposição. Iniciou sua carreira pública discretamente, elegendo-se 4º suplente de senador em 1954, pelo getulista PSD.

Durante a ditadura militar, chegou a ser líder do diretório nacional da situacionista Arena. Às vésperas do colégio eleitoral, trocou de “lado” e foi para o PMDB disputar as eleições indiretas para presidência da República como vice de Tancredo Neves, que venceu o pleito, mas morreu antes de assumir. Sarney foi “obrigado” a abandonar sua discrição na carreira política e foi o primeiro civil a governar o país depois de 21 anos de domínio militar, entre 1985-1989.

Seus cinco anos de governo foram marcados pela inflação exorbitante e pelos planos econômicos fracassados, como o Bresser, Verão. Para aumentar seu mandato de 4 para 5 anos, distribuiu concessões de rádio e TV para parlamentares.

No governo Fernando Henrique Cardoso, foi um importante cabo-eleitoral e articulador político do tucano no norte-nordeste, sendo premiado com a presidência do Senado entre 1995-1997. Foi a primeira das três vezes que Sarney comandou a casa. As demais foram entre 2003-2005 e a que se iniciou em fevereiro deste ano e persiste em continuar – ao menos até o fechamento desta edição.

2010 é agora

Se já está há 55 anos na vida pública com os mesmos métodos, por que somente agora Sarney vira o inimigo público número 1? Uma análise recorrente dá conta de que os escândalos políticos só estampam as manchetes dos grandes jornais quando não há um acerto de bastidores, ou seja, quando as arestas não são aparadas, grupos poderosos revelam os “podres” de inimigos pontuais. A vociferação do PSDB e do DEM, por exemplo, contra o ex-presidente da República pode ser considerada efêmera, pois este comportou-se como aliado durante os 8 anos do mandato de FHC. Este, aliás, mandou sinais à bancada tucana para que apoiasse a eleição do atual presidente do Senado, em fevereiro de 2009. Para o cientista político José Antonio Moroni, do Instituto de Estudos Socioeconomicos (Inesc), o que está por trás da ofensiva contra o senador do Amapá é o início da corrida eleitoral de 2010.

De um lado, a base aliada sabe da importância de ter o apoio do PMDB para deslanchar a candidatura de Dilma Roussef, ministra-chefe da Casa Civil. Mesmo desmoralizado e com a pecha de fisiologista, o PMDB continua sendo o maior partido do país, com maior bancada legislativa e número de prefeituras. A oposição, por sua vez, busca minar esse apoio, tentando dividir ainda mais o partido.

“Sarney se construiu com base no poder criado através do uso do espaço público com interesse privado. Agora, o fato de a imprensa elegê-lo como inimigo, não pode ser desvinculado do processo eleitoral de 2010, pois tentam colar a imagem dele à do presidente Lula. É um contexto eleitoral que surge por conta desse passado do Sarney e esse presente de apoio a Lula”, analisa Moroni.

Segundo Moroni, os escândalos que movimentam a rotina de Brasília são frutos de desacordos nos bastidores, não de investigações aprofundadas. “Esses escândalos só surgem quando as elites não conseguem se acertar entre si. Quando se se acertam, essas coisas não aparecem. E é vergonhoso o papel da grande mídia. Ela não repercute apenas esses escândalos, ela faz parte da construção deles”, avalia.

Um símbolo

Na análise de Cláudio Weber Abramo, diretor executivo da Transparência Brasil, o foco excessivo sobre o senador maranhense deixa de revelar as irregularidades praticadas por seus pares. “Sarney é meramente um símbolo das evidentes irregularidades que ocorrem no Senado e são praticadas por muito mais gente. Mas é claro que isso não o torna inocente. O foco sobre Sarney tem a desvantagem de tirar atenção para o fato de dezenas de senadores terem se beneficiado ao longo dos anos”, opina Abramo.

A saída do presidente da casa de seu cargo, como clama opinião pública e oposição, não resolveria os problemas éticos da instituição de forma efetiva, de acordo com Abramo. “Achar que simplesmente a saída de Sarney do cargo resolveria tudo,é um absurdo. Existe um problema sistemático que não se resolve com a saída dele. Ele tem que ser responsabilizado, inclusive criminalmente. Numa situação em que agentes públicos se aproveitam do cargo para praticar corrupção, o Ministério Público tem que agir”, aponta.

O sociólogo Rudá Ricci, diretor geral do instituto Cultiva, a saída de Sarney responderia a um problema apenas conjuntural do Congresso. “[A saída] aliviaria a pressão sobre o governo federal e sobre a bancada do PT no Senado. Seria uma solução conjuntural, momentânea. Mesmo porque, a cassação de Sarney renderia uma forte reação da tropa de choque que o apoia no Senado e, talvez, de parte do PMDB, colocando em risco a coalizão presidencialista”, afirma.

A pauta do “Fora, Sarney” que ganhou as galerias do Senado, capitaneada por grupos heterogêneos, causaria uma alternância na casa sem muito efeito em termos nacionais. “A substituição teria mais efeito sobre o Maranhão que sobre o Senado ou a mudança da política nacional. Poderia dar fôlego à oposição ao governo Lula, principalmente PSDB e DEM, já que PSOL e PV aparecem como coadjuvantes”, conclui.

(Leia mais na edição 338 do Brasil de Fato, já nas bancas).